Programação inclui atividades para crianças, exposições, economia criativa e atrações culturais ao longo do mês em Cuiabá
Da Redação
O Museu de História Natural de Mato Grosso (MHNMT), em Cuiabá, preparou uma programação especial para o mês de julho, com atividades voltadas para crianças, famílias e visitantes de todas as idades. Entre os destaques estão a Colônia de Férias Kamalupe, o encontro de artes manuais Fios Ancestrais e a tradicional Feira no Museu, realizada aos domingos.
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A programação também inclui a exposição temporária Casulos, da artista Cândida Ferreira, prorrogada até 9 de agosto. A mostra propõe um diálogo entre arte e natureza, enquanto a exposição permanente apresenta fósseis, vestígios arqueológicos e antropológicos que contam a história natural e cultural de Mato Grosso.
Outro atrativo é o painel em pintura ao vivo produzido pelo artista Babu78, inspirado na pré-história, como parte das comemorações pelos 20 anos do Museu de História Natural de Mato Grosso.
Colônia de Férias
Voltada para crianças a partir de 7 anos, a Colônia de Férias Kamalupe acontece entre os dias 14 e 17 de julho, das 13h às 17h. A programação reúne oficinas de artes manuais, como string art, tricô de dedo, tear de jardim e bordado em MDF, conduzidas pelas arte-educadoras Alice Pereira e Cassia Pires.
As vagas podem ser adquiridas por diária, no valor de R$ 50, conforme disponibilidade. O museu também disponibiliza três vagas gratuitas para crianças de famílias de baixa renda, mediante critérios estabelecidos pela instituição.
Fios Ancestrais
No dia 19 de julho, o museu promove mais uma edição do encontro Fios Ancestrais. A atividade convida o público a levar trabalhos como bordado, crochê, tricô, tecelagem ou outras produções autorais para uma tarde de troca de conhecimentos e produção coletiva em meio às áreas verdes do espaço.
Feira no Museu
Realizada todos os domingos, das 9h às 17h, a Feira no Museu reúne expositores da economia criativa, artesanato, gastronomia regional, apresentações musicais e atividades para toda a família.
A programação de julho contará ainda com apresentação de choro ao vivo do Coletivo Digoreste, no Palco Livre, além do tradicional Bingo da Feira, atração já consolidada entre os frequentadores.
Segundo a coordenadora do museu, Suzana Hirooka, as atividades reforçam o papel do espaço como ambiente de valorização do patrimônio e da cultura. “O choro é um patrimônio brasileiro. O espaço todo respira patrimônio. Os mestres artesãos e a economia solidária, quando bem-intencionados, fluem naturalmente”, afirma.
