Evento no Ginásio Dom Aquino ofereceu atividades esportivas para pessoas com e sem deficiência e apresentou modalidades adaptadas a crianças e jovens
Da Redação
Mais de 200 pessoas participaram da segunda edição do Festival Paralímpico de Cuiabá, realizada no sábado (19), no Ginásio Dom Aquino. O evento reuniu pessoas com e sem deficiência em uma manhã de atividades esportivas e recreativas, com participação de crianças, adolescentes e jovens.
Realizado pelo Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), em parceria com a Prefeitura de Cuiabá, o festival ocorreu das 8h às 11h e apresentou modalidades como tiro com arco, badminton, tênis de mesa, atletismo e skate adaptado. As atividades foram acompanhadas por profissionais e permitiram que os participantes tivessem contato com diferentes práticas esportivas.
Além das atividades esportivas, a programação contou com atrações recreativas, como pula-pula e distribuição de pipoca. A proposta foi reunir famílias e estimular a participação de pessoas com deficiência no esporte.
Acesse o grupo do WhatsApp do Mutirum e fique por dentro das notícias culturais!
A coordenadora dos Centros de Referência do Comitê Paralímpico Brasileiro, Tatiane Garcia, destacou a participação conjunta de pessoas com e sem deficiência durante o festival e relacionou a iniciativa ao trabalho desenvolvido pelo Centro de Referência Paralímpico de Cuiabá.
“Temos pessoas com e sem deficiência reunidas para celebrar o esporte. Representamos o paradesporto em âmbito nacional e unimos forças com a Prefeitura para desenvolver o projeto do Centro de Referência”, explicou.
Centro oferece atividades gratuitas
Quem participou do festival e deseja continuar praticando esportes pode procurar o Centro de Referência Paralímpico de Cuiabá, instalado no próprio Ginásio Dom Aquino.
O espaço oferece gratuitamente aulas de tiro com arco, rúgbi em cadeira de rodas, natação, badminton e tênis de mesa. Os treinamentos são adaptados às necessidades de cada participante.
O público prioritário é formado por pessoas de 6 a 20 anos, mas participantes acima dessa faixa etária também podem ser atendidos. O cadastramento e as orientações são realizados pelo supervisor da unidade, Altemir Trapp.
De acordo com Andrico Xavier, a ampliação do acesso ao esporte pode contribuir tanto para a inclusão social quanto para a formação de novos atletas.
“Desse trabalho podem surgir competidores estaduais, nacionais e até internacionais. Mas, antes de pensar no alto rendimento, nosso primeiro compromisso é garantir acesso, inclusão e oportunidade. O talento aparece quando a oportunidade existe”, afirmou.
