Entre os dias 02 a 05 de Outubro de 2023, acontece em Brasília – DF, o II Encontro da Rede dos Povos e Comunidades Tradicionais do Brasil. Estarão reunidos representantes dos 28 segmentos que compõem a Rede PCTS do Brasil. O encontro está sendo realizado por meio do Projeto Cabaça Viva de âmbito do Projeto Territórios Vivos (parceria da Rede PCTS, MPF e GIZ). Além disso, o encontro conta com convidados institucionais como: GIZ, MPF,CAA, MMA, MIR, ICMBIO e MDA.
Os principais objetivos do encontro são:
1. Nivelar informações da linha histórica de atuação da Rede PCTS;
2. Compartilhar os espaços de representação e incidência da Rede PCTS;
3. Avaliar internamente na Rede PCTS a fase I em execução e fase II em construção do Projeto Territórios Vivos ( Plataforma de Territórios Tradicionais);
4. Compartilhar informações do andamento do Projeto Cabaça Viva;
5. Conhecer e validar o Plano de Comunicação elaborado pela Juventude PCTS;
6. Formar os PCTS no uso de dados do IBGE;
7. Entender o funcionamento do Conselho Gestor da Plataforma de Territórios
Tradicionais;
8. Dialogar sobre a estratégia de Sustentabilidade da Plataforma dos Territórios
Tradicionais;
Neste mesmo encontro, será apresentado o plano de comunicação criado pela juventude da Rede PCTS, como forma de trazer visibilidade para a luta e resistência dos Povos e Comunidades Tradicionais do Brasil para dentro e para fora dos territórios por meio das mídias sociais. Para além do plano de comunicação, essa mesma juventude vem se articulando e discutindo políticas públicas e somando a lutas e resistência dos PCTS, sendo esse um momento histórico para a luta dos PCTs que serão fortalecidos com a chegada da juventude de diferentes segmentos e territórios a nível nacional.
É fundamental a aliança e compromisso entre os 28 segmentos dos PCTS. É preciso cada vez mais entender as lutas individuais de cada segmento para fortalecer as lutas coletivas. A Rede dos Povos e Comunidades Tradicionais do Brasil busca unir os propósitos coletivos, fortalecer as especificidades de cada grupo e garantir o respeito existente entre eles, o que os permite caminhar e lutar coletivamente. “Nada sobre nós, sem nós”.
Da Assessoria
