Pesquisador e produtor cultural festeja os 50 anos do seu Museu do Rock de Brasília
Por João Negrão
O pesquisador e produtor cultural Mário Pazcheco era um pré-adolescente de 11 anos quando adquiriu o compacto duplo “A Hard Day’s Night”, dos Beatles. Isto foi lá pelo início de 1975.
Aquele pequeno disco de vinil da lendária banda inglesa marcou o início de uma coleção que veio formar o Museu do Rock em Brasília. Um lugar que abriga muito da história do rock de Brasília, do Brasil e do mundo, e que está completando meio século de existência.
Para falar dos 50 anos do seu Museu e muitos outros assuntos, Mário Pazcheco recebeu o Almanaque Mutirum na manhã do dia 15 de fevereiro, um sábado.
Confira o vídeo:
A entrevista com Mário Pazcheco foi gravada na ampla sala do Museu que serve de ambiente para outros dois palcos onde se apresentam músicos e bandas esporadicamente.
Depois de levada ao ar no programa Almanaque Mutirum do último sábado (22.02), agora a publicamos exclusiva.
Museu do Rock
Mário Pazcheco nos conduziu em seu Museu a uma visita feérica e um mergulho na história do rock. Começando por nos posicionar no centro do histórico palco da 308 Sul – agora estacionado em seu quintal – que albergou a primeira geração de fãs do rock Brasília e alguns de seus músicos.
O espetacular acervo – que inclui ainda instrumentos musicais, livros, álbuns fotográficos, revistas, jornais, pôsteres e muitos recortes – ocupa diversos cômodos da ampla casa do Mário no setor de chácaras do Guará 2. Entre as raridades inclui-se prensagens de discos de rock de gravadoras nacionais e de diversos países. A MPB também tem seu destaque no Museu, com diversos discos e livros.
Saiba mais sobre o Museu do Rock acessando o site do Mário: https://www.dopropriobolso.com.br/
Mário Pazcheco é um agregador de gente e sonhos. Generoso, ele abriu as portas do Museu do Rock para o Almaque Mutirum realizar suas entrevistas com integrantes da cena do rock de Brasília.
Estamos extasiados de felicidade.
2 comentários em “Mário Pazcheco, o guardião do rock, abre seu Museu para o Almanaque Mutirum”
Egolatria – Rapaz, Às vezes, me sinto como uma estrela cadente, no melhor estilo Highway Star.
Nessas entrevistas, fico com o maior cagaço, esperando por semanas a fio para ver se falei alguma asneira. Mas, de qualquer forma, vou morrer fazendo isso—ou seja, espremendo os miolos para extrair um suco de recordação.