Prática de Yoga silenciosa ocorre em museus e espaços históricos de Cuiabá

Projeto de Marielly Camargo une bem-estar, arte e tecnologia em experiências gratuitas realizadas em equipamentos culturais da capital

Da Redação

Museus e espaços históricos de Cuiabá estão recebendo uma proposta que combina yoga, arte, tecnologia e valorização do patrimônio cultural. Criado pela instrutora Marielly Camargo, o projeto Yôga, Arte e Cultura por Marielly Camargo leva aos equipamentos culturais da cidade a modalidade conhecida internacionalmente como Silent Yoga, em que os participantes acompanham a condução da prática e a trilha sonora por meio de fones de ouvido.

A proposta permite que as atividades ocorram sem interferir na rotina dos espaços. Enquanto o grupo acompanha a aula individualmente pelos fones, a visitação e as demais atividades do museu podem continuar normalmente.

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A primeira edição foi realizada em julho, no Aquário Municipal de Cuiabá. A segunda ocorreu no dia 8 de agosto, no Museu da Caixa d’Água Velha, durante a manhã de abertura da exposição “Pantanal em Mim”, da artista Adaiele Almeida.

Segundo Marielly, a escolha dos locais é parte fundamental do projeto. A intenção é integrar a prática aos equipamentos culturais, sem transformar o museu apenas em cenário para as atividades.

“Quero levar o Yôga para dentro desses espaços sem modificar sua essência ou sua dinâmica. A proposta é somar”, afirma.

Além de promover bem-estar, o projeto busca aproximar novos públicos dos museus e espaços históricos de Cuiabá. A ideia é que pessoas interessadas inicialmente na prática de Yôga possam, a partir da experiência, conhecer exposições, artistas e aspectos da história da cidade.

“Muitas vezes, alguém participa inicialmente pela experiência do Yôga e acaba conhecendo um museu, uma exposição, um artista ou uma parte da história da própria cidade”, explica Marielly.

A utilização de fones de ouvido também permite criar um ambiente de concentração e silêncio dentro dos equipamentos culturais. Para a instrutora, a experiência pode estimular uma relação diferente com o corpo e com o espaço.

“Os fones proporcionam concentração, conexão e uma experiência diferente com a prática. Ao mesmo tempo, permitem que a aula aconteça de forma silenciosa e respeitosa dentro dos espaços culturais.”

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